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LINHAS DE PESQUISA


No Laboratório de Biologia Molecular de Plantas (Departamento de Genética, ESALQ/USP), três linhas de pesquisa têm sido objeto de estudo nos últimos anos:


1 - MECANISMOS MOLECULARES ENVOLVIDOS NA LOCALIZAÇÃO INTRACELULAR DE PROTEÍNAS EM PLANTAS

Este laboratório tem como uma de suas principais Linhas de Pesquisa estudos visando o entendimento dos mecanismos responsáveis pela localização de proteínas dentro das células de plantas, especialmente as proteínas direcionadas às mitocôndrias e cloroplastos. Dentro deste enfoque, uma particular atenção é dada às proteínas codificadas por um único gene que são transportadas à mais de um compartimento subcelular. Nosso interesse concentra-se na caracterização dos mecanismos regulatórios envolvidos na localização intracelular de diferentes proteínas, integrando também uma abordagem evolutiva.

Trabalhos em andamento:

  • Caracterização da seqüência de direcionamento da proteína THI1 de Arabidopsis thaliana .
    Contato: Carolina Vianna Morgante
  • Caracterização de mecanismos de direcionamento das FtsHs às membranas dos tilacóides.
    Contato: Camila Motta Borgonove
  • Identificação e caracterização de proteínas que interagem com THI1 de Arabidopsis thaliana via sistema duplo-híbrido de levedura.
    Contato: Christine Stock
  • Regulação de proteínas de duplo-direcionamento em Arabidopsis thaliana .
    Contato: Daniele Cristine de Lima Bononi
  • Decifrando os mecanismos moleculares envolvidos na localização de membros da família das FtsHs plastidiais nas membranas dos tilacóides.
    Contato: Ricardo Augusto de Oliveira Rodrigues
  • Análise evolutiva de proteínas com duplo direcionamento em Arabidopsis thaliana e Oryza sativa
    Contato: Marcelo Mendes Brandão


  • 2 - INTERAÇÃO PLANTA-INSETO

    Neste aspecto, procuramos estudar os mecanismos de defesa das plantas contra o ataque de pragas a partir do estudo dos genes induzidos por hebivoria. Temos utilizado das informações do projeto Transcriptoma da cana-de-açúcar (SUCEST) financiado pela FAPESP, com o qual identificamos vias de sinalização relacionadas ao ataque de pragas a partir da comparação com mecanismos previamente descritos em outras espécies. Além disso, estamos estudando a expressão de genes da cana-de-açúcar induzidos por herbivoria a partir de macroarranjos. Por outro lado, temos grande interesse em caracterizar os mecanismos adaptativos dos insetos em resposta às defesas das plantas. O modelo que temos empregado envolve a utilização de inibidores de proteinases digestivas e insetos da ordem Lepidoptera e Coleoptera de importância econômica. Neste sentido, temos caracterizado as proteinases digestivas dos insetos e testado sua susceptibilidade à inibição de diferentes inibidores de proteinases em ensaios in vitro e in vivo (a partir da sua incorporação em dietas artificiais).

    Trabalhos em andamento:

  • Estudo em larga escala do perfil de expressão gênica da cana-de-açúcar em resposta a diferentes estresses usando macroarranjos de DNA.
    Contato: Ane Hackbart de Medeiros
  • Caracterização do mecanismo adaptativo de Spodoptera frugiperda aos inibidores de proteinase de plantas.
    Contato: Larissa Cristina Deppmann Nadalini
  • Caracterização dos mecanismos adaptativos de insetos-praga da cultura do algodoeiro: Uma abordagem evolutiva e molecular
    Contato: Ligia Hansen Arruda


  • 3 - PEPTÍDEOS HORMONAIS EM PLANTAS (Pesquisador responsável: Dr. Daniel Scherer de Moura)

    Até o início da década de 90 sabia-se que somente animais e leveduras utilizavam pequenos peptídeos como moléculas de sinalização. Peptídeos hormonais em plantas foram ignorados até a natureza do composto responsável pela resposta sistêmica ao ferimento em tomateiro ser revelada (Science 253, 895). Desde então foram descobertos mais de 10 novos peptídeos hormonais em plantas com funções das mais variadas (Plant Cell 14, S251). Nossa pesquisa em peptídeos hormonais de plantas é centrada em um dos peptídeos recentemente descobertos, o fator de alcalinização rápido ou RALF (PNAS 98, 12843), e na procura de novos peptídeos hormonais em cana-de-açúcar, uma cultura de grande importância econômica. O peptídeo RALF foi primeiramente isolado de folhas de tabaco usando o ensaio de alcalinização e suspensões celulares de tabaco. Homólogos ao peptídeo RALF e ao seu precursor são encontrados em mais de 20 espécies de plantas, representando 9 famílias difierentes. Para estudar o RALF nosso modelo é a planta Arabidopsis. Nosso maior objetivo é entender o mecanismo de ação do RALF e também definir, precisamente, seu papel na fisiologia vegetal.

    Trabalhos em andamento:

  • Identificação e caracterização de componentes da via de transdução de sinais do peptídeo hormonal RALF em Arabidopsis thaliana .
    Contato: Celso Spada Fiori
  • Expressão heteróloga do peptídeo RALF em Escherichia coli e estudo do processamento do preproRALF em Saccharomyces cerevisiae .
    Contato: Juliana L. Matos
  • Estudo da localização e expressão gênica da família RALF através de fusões com o gene repórter uidA (GUS) em Arabidopsis thaliana .
    Contato: Fabiana Bombonato Mingossi


  • Departamento de Genética, ESALQ/USP - Av. Pádua Dias, 11 - C.P. 83 - CEP 13400 - 970 Piracicaba, SP - BRASIL
    Fones: (19) 3429-4442; 3429-4125 - Fax: (19) 3433-6706 - biomol@esalq.usp.br
    Lançamento: Ago/2000 - Atualização: 31/Ago/2007 - Revisão: 26/Fev/2002 - Créditos: Patricia Pompermayer | Umberto A. Sesso Filho | Setor de Informática